quinta-feira, 4 de agosto de 2016

Buenos bares pt.7

Jack the Ripper (Libertad, 1.275, Recoleta) – Eu me dou conta que faz tempo que não falo dos bares quando vejo que ainda não falei do Jack The Ripper. Excelente nome de bar para ir a uma primeira cita com alguém que você só conhece há três dias pela internet, não? Fui em um sábado de abril, nas circunstancias supracitadas, e estava meio vazio. Tomei dois Tom Collins, bastante razoáveis, porque nesse horário tinha promoção de dois por um. O ambiente é legal, bem escuro, mas sentamos em uma barra meio estranha que ficava na parede, ou seja, de costas para o mundo. Não vi os preços.

Roy Cabrera (José Antonio Cabrera, 5.600, Palermo) –  É desses bares que eu nunca sei se deveria colocar aqui ou não, porque não explorei muito, mas o ambiente em si é agradável. Tem um jeito meio bagunçado, mesas e cadeiras de estilos diferentes, tudo misturado, meio caindo aos pedaços. As pessoas que estavam comigo comeram hambúrguer, mas eu só tomei uma cerveja artesanal vermelha e umas Heinekens. (Fechou)

Buller (Roberto M. Ortiz, 1.827, Recoleta) – Fomos parar nesse lugar, que na verdade é um pub, porque eu e o boy queríamos comer as tais batatas fritas que diziam ser ótimas. Além delas e das rabas (tipo uma lula à dorê, aqui tem isso em tudo quanto é lugar) tomamos cervejas artesanais, bastante boas. Os preços também eram praticáveis.

Se liga nas torneiras de cerveja do On Tap
On Tap (Cuba, 2.491, Belgrano) – Essa foi a segunda tentativa, igualmente frustrada, de ir a esse bar. Eu e minha irmã tentamos ir à sucursal de Palermo em março e estava entupida de gente. Uns meses depois abriu uma sucursal aqui em Belgrano, perto de casa, e aí fomos outra vez. Estava lotado. Fomos ao Cervelar, que é perto. Estava lotado. Voltamos ao On Tap e tomamos uma única cerveja em pé num canto, porque agora já era uma questão de honra. Tomei a honey porque quero provar todas as cervejas de mel de Buenos Aires. 

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