sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Buenos bares pt.3

Yay, chegamos à terceira parte desta jornada que deve se intensificar neste mês. Enjoy.

Carnal (Niceto Vega, 5511, Palermo) – O Carnal fica exatamente ao lado do El Tiki, do qual tratei no post anterior, e os tragos são tão bons quanto. A circunstância em que fui também era parecida: uma terça-feira, ou seja, mesas vazias. A decoração é linda e um teto transparente na terraza nos permite ver o céu em sofás bem confortáveis. Dizem que aos fins de semana não se pode nem caminhar pelo lugar, mas não tenho provas disso. Quando fui estava tocando um disco completo do Aerosmith em um volume bem agradável.

La Oreja Negra (Uriarte, 1271, Palermo) – Fui eu quem convidou minha companhia para ir ao La Oreja Negra e nenhum dos dois conhecia o espaço. Eu estava com boas expectativas, o outro lado não estava. Eu, claro, tinha razão. É possivelmente meu segundo lugar favorito em Buenos Aires, porque não é exatamente um bar, mas sim um clube cultural, onde acontece um pouco de tudo.  Inclusive já falei aqui sobre ele e sobre a Fiesta, banda incrível que fui ver por ali. Não prestei muita atenção no menu, tomamos cerveja, mas me parece que tem uma carta variada, com tragos e alguns petiscos.

Sheldon (Honduras, 4969, Palermo) – Eu não costumo escolher bons dias para ir ao Sheldon. A primeira vez foi em 2013, quando estava de férias aqui, exatamente na véspera das eleições. Fui para jantar e a verdade é que estava tudo excelente, apesar de meio vazio. Na segunda vez, fui em um domingo só para tomar um trago rápido e me despedir de um amigo. Os preços não são tão amigos, $90 qualquer trago.

El Federal (Carlos Calvo, 599, San Telmo) – Boteco clássico e boêmio de San Telmo. Eu deveria ter vergonha de colocá-lo aqui porque fui só para tomar um café com medialunas no fim da tarde com meu amigo equatoriano, mas ele é ideal também para uma cerveja e alguma comidinha mais botequeira. A decoração é totalmente kitsch, com balcões antigos, mesas de madeira e garrafas de bebidas espalhadas pelas paredes. Preços amigos.

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